terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Jogo do Poder com Fernando Lottenberg (2 de 5)

Jogo do Poder com Patrus Ananias (4 de 6)

Jogo do Poder com Patrus Ananias (2 de 6)

Jogo do Poder com Fernando Lottenberg (1 de 5)

Roberto Campos fala sobre distribuição de renda (1 de 2)

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Meia Amazônia Não! - Greenpeace

Sem florestas não ha clima

Amazônia - Ocupação e Degradação

Observação de Pássaros em Ubatuba 1

domingo, 6 de dezembro de 2009

Constituinte não cura corrupção

O escândalo político de Brasília propiciou a Lula recolocar em pauta uma tese polêmica: a da convocação de uma Assembléia Nacional Constituinte.

Seria, segundo ele, o meio mais eficaz de combater a corrupção, por meio de uma reforma política profunda, tida sempre como prioritária e, no entanto, sempre protelada.

Não é a primeira vez que o presidente formula tal proposta.

Em 2006, ao receber uma comissão de juristas – entre eles, ex-presidentes da OAB, aos quais havia encomendado estudo sobre CPIs -, perguntou-lhes o que achavam da idéia. Não houve acolhida.

Mesmo assim, à saída da audiência, o Planalto informou que o tema havia sido debatido, insinuando que a iniciativa coubera aos visitantes.

No dia seguinte, os jornais mencionaram que a OAB cogitava de propor uma Constituinte, para as reformas política e tributária. Ocorre que a OAB, um ano antes, havia rechaçado essa idéia, por maioria absoluta de seu Conselho Federal.

A notícia provocou desmentido imediato e o tema saiu de cena. Voltou agora, a propósito do escândalo do governo Arruda. Constituinte, porém, só se justifica em caso de ruptura da ordem institucional, o que, obviamente, não há.

Suspeitou-se, na vez anterior, que o presidente pretendesse, com a Constituinte, obter, tal como seus aliados Hugo Chavez e Evo Morales, a reeleição ilimitada.

Fazia sentido – e por isso mesmo a comunidade jurídica a rejeitava. A nova defesa da tese, feita esta semana, quando o presidente visitava Kiev, intrigou o meio político.

O que a motivaria agora, quando já não há espaço para a reeleição?

A Constituição de 1988 prevê mudanças em seu texto por meio de emendas – e, quanto a isso, tem sido uma das constituições mais emendadas do planeta. Mas o processo de emendas é penoso – e caro.

São votações em dois turnos, em cada casa legislativa – Câmara e Senado -, por três quintos em cada qual.

Numa Constituinte, é mais simples: a votação é unicameral e por maioria absoluta. Bastaria, pois, em tese, uma base governista como a atual para escrever a nova Carta.

Não há chances no presente nem sequer de discutir a matéria, mas, num hipotético governo Dilma, quem sabe?

Lula, afinal, luta pela continuidade de sua administração, por meio da eleição de sua ministra.

Inclusive, nas solenidades públicas em que a leva consigo (e que são quase todas), é saudado pelo slogan “Dilma é Lula de novo”.

Numa Constituinte, além de questões eleitorais e partidárias, outros temas controversos, que, no processo convencional de emendas, não obtêm consenso – caso da limitação da liberdade de imprensa - poderiam ser resolvidos pela óptica governista.

Lula já disse que, para ele, jornalista não deve opinar, só noticiar.

O que se sabe é que Constituinte nunca foi antídoto para a corrupção. Se o fosse, o Brasil seria um país purificado.

Enquanto os EUA têm, desde sua fundação, uma única Constituição, aqui estamos na sétima: 1824, 1891, 1934, 1937, 1946 e 1988 – sem contar a emenda nº 1, de 1969, que, por sua abrangência, equivale a uma nova Carta.

Corrupção se combate com a politização da sociedade, que requer como premissa taxas mais expressivas de educação.

O que pretendeu, então, o presidente ao ressuscitar tese tão polêmica, a propósito de tema que não lhe é estranho? Eis aí a pulga que coloca atrás da orelha dos políticos – e da nação.



Ruy Fabiano é jornalista

CODIGO DAVINCI PARTE 3

CODIGO DAVINCI PARTE 2

DICA DE CINEMA: Código Da Vinci. parte 1

André Regis fala sobre o federalismo brasileiro

Grêmio vai com time misto

Grêmio vai com time misto contra o Flamengo. Se isso se confirmar é lamentável.

Se liga Flamengo

Se liga Flamengo

Se liga Flamengo

Uma ''tomada da Bastilha'' à brasileira

Blog do Noblat:

Uma ''tomada da Bastilha'' à brasileira

Lewandowski, do STF, se impressiona com invasão da Câmara Legislativa

Ricardo Lewandowski, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), comparou a ocupação da Câmara Legislativa - cidadela dos parlamentares mergulhados no "mensalão do DEM" - à tomada da Bastilha, capítulo crucial da Revolução Francesa. "Fiquei muito impressionado com a invasão da Câmara de Brasília. Eu até comentei com alguns amigos, equivale à invasão da Bastilha."

A queda da fortaleza medieval utilizada como prisão se deu a 14 de julho de 1789 e provocou uma sucessão de reações por toda a França no reinado de Luís XVI.

Ontem, Lewandowski participou de evento na Associação dos Advogados de São Paulo. Fez conferência cerimoniosa, como manda o figurino, discorreu sobre jurisprudências, súmulas vinculantes e repercussão geral - de resto, temas afetos à augusta corte.

Depois, ao Estado, "como cidadão" ele desabafou toda a sua indignação ao abordar o desaforo de políticos do Distrito Federal. Sem citar nomes, porque a condição de magistrado não lhe permite, ele alertou para o que chama de "reação popular".

Não aconselha o exemplo francês como via adequada. "O caminho deve ser o institucional. As instituições vigentes estão funcionando. O Brasil, apesar das crises políticas, tem resistido incólume. Vamos encontrar soluções. Temos uma imprensa vigilante, um Ministério Público ativo e um Judiciário que responde efetivamente, ainda que haja demora."

Nem toda sua experiência - e são tantos anos de toga, tantos feitos intrincados no currículo -, o livram da perplexidade. As cenas que o Brasil acompanha há dias pela TV, ora um estoca dinheiro nas meias, ora outro estufa as cuecas, merecem o repúdio da cidadania, prega Lewandowski:

- O que choca é essa reiteração de comportamentos. Isso é uma coisa absolutamente antirrepublicana e deve ser combatida a todo custo, não apenas pelo Poder Judiciário e pelo Ministério Público, mas por toda a cidadania brasileira.

O ministro se diz enojado: "É inadmissível, sobretudo quando este comportamento funciona como caixa 2 para as eleições. É fraude direta à vontade do eleitor e vulnera profundamente a própria democracia. Como juiz, com prudência terei que examinar caso a caso que eventualmente chegar ao meu tribunal. Como cidadão eu estou enojado."

Ele não crê que o País tenha se habituado aos abusos. "A reação é grande, as mazelas fazem com que a população se indigne." O impacto deve chegar à sua mesa neste Natal. "Nem quero comer panetone."

Democratas

Democratas prometem punição rigorosa para Arruda: A expulsão. Aguardemos pelo desenrolar dos fatos

sábado, 5 de dezembro de 2009

Ver milhares de colorados torcendo para o Grêmio não tem preço

Ver um colorado torcendo para o Grêmio não tem preço. Ver milhares de colorados torcendo para o Grêmio é uma realização. Agora falando sério quem pensa que o Grêmio vai entregar o jogo fácil, pode ter uma desagradável surpresa. Num nação recheada de politicos e empresário corruptos, seria de bom tamanho que o Grêmio jogasse a sério, e se perder que perca com dignidade. De minha parte como um gremista meio afastado, ficarei feliz em ver o Inter ser campeão brasileiro. Mas que ver um colorado torcendo para o Grêmio é uma realização, isso é.

Los Evangelios Gnosticos del Nag Hammadi - 05